jul 28

Olá, pessoal, tive que adquirir um MacBook para instalar o SDK e desenvolver algumas coisas para iPad e saiu meu primeiro APP. O chamei de INSTITUCIONAL. É um aplicativo relativamente simples que mostra os efeitos de ir e voltar em views, campos de texto rolantes, imagens, detecção de emails e telefones e algumas outras funções que fui descobrindo nesta última semana. Tenho outras idéias para outros aplicativos mas fica ai a dica. O INSTITUCIONAL possibilita apresentar sua empresa em um dos maiores lançamentos da Apple… o famoso iPAD. Caso se interessem, precisem de dicas, dúvidas ou sugestões, entrem em contato aqui mesmo pelo formulário do blog. Em breve postarei mais aplicativos e dicas básicas para quem quer ingressar neste mercado.

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jul 24

O iWork é o famoso pacote Office para Mac. Além disso, ele possui a sua versão para iPad, que  engloba-se a três aplicativos:

1)Pages ,para a extensão .doc(word);

2)Keynote, para a extensão .ppt(power point);

3)Numbers ,para a extensão .xls(excel)

Veja abaixo uma imagem com um resumo das funções dos três aplicativos:

Os aplicativos são desenvolvidos pela própria Apple e tem o custo de U$ 9,99 cada um.

Eu aconselho muito cada um deles. Para mim, são aplicativos indispensáveis no iPad.

Enjoy!

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jun 30

Já faz um bom tempo que o YouTube suporta um player de vídeos em HTML5 para acesso ao site sem a necessidade do Flash Player e, desde a sua introdução, ele foi bastante aprimorado pelo Google — hoje, até conteúdo com legendas pode ser assistido nativamente no Safari e no Chrome. Mas o uso de padrões da internet para distribuir o que vai ao ar diariamente no YouTube é pouco relevante para seus engenheiros, que ainda ressaltam o uso de plugins como o Flash para continuar a funcionar normalmente.

Como em qualquer site da web, o que depõe contra a eliminação de plugins do YouTube é compatibilidade de browsers: embora Safari e Chrome apoiem HTML5 e sejam compatíveis com o formato de vídeos usado pelo Google (H.264), eles não representam nem 15% dos usuários de internet na atualidade. Estima-se que o número de usuários capazes de usar HTML5 na internet cresça bastante no futuro, com uma nova versão do Internet Explorer para Windows, mas, apesar de isso solucionar a questão de audiência, definir um formato único para distribuição de vídeos na internet (entre H.264, Open Video e, agora, WebM) está cada vez mais difícil.

Por causa disso, também não é fácil para nenhum site adotar tecnologias de streaming que sejam acessíveis para todos. A Apple tem estimulado um protocolo de rede para o formato de vídeos H.264 que funciona com qualquer servidor e é bastante flexível para gerenciar conexões, sendo adotado rapidamente por muitos que querem distribuir conteúdos para o Mac OS X e o iOS. Contudo, além de ser pouco popular para outras plataformas, ele não oferece as mesmas técnicas de proteção de conteúdos e medição de audiência que alguns tipos de vídeos exigem, especialmente agora que o YouTube oferece alugueis de filmes.

O pior é que isso tudo faz apenas referência a como o YouTube oferece sua biblioteca de vídeos para os usuários, pois quando se trata de como eles interagem com o serviço, mais problemas emergem, desde a falta de suporte a embeds em outros sites até o uso de câmeras e microfones dos computadores para gravações. Enfim, não é à toa que definir padrões para a internet tem sido difícil há muito tempo; o jeito é esperar que a entrada de gigantes de tecnologia no meio dessa história acelere um pouco as coisas.

Tiago                                -                                                                                 fonte

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abr 21

Boa tarde, começo hoje uma compilação da analise criada pelo editor chefe da empresa iLouge sobre o iPad.

Por toda a década iniciada em 2000, o “Tablet PC” foi sempre produzido utilizando sistema operacional Microsoft. Bill Gates previu em 2001 que: “…Os Tablet PC serão a forma de PC mais vendida na America em 5 anos…”. Infelizmente isso não aconteceu, nem sequer chegou próximo de ser realidade, mesmo com todas as tentativas da Microsoft, criando canetas, teclados e baixando os preços, a produção foi interrompida em 2009.

Com o iPad, a Apple quer que  você jogue fora todos preconceitos que possam haver com Tablet PC e abrace um novo paradigma. O iPad não se trata de um MacBook com um shell diferente, mas sim um IPod Touch com um conjunto maior e mais potente de hardware. Introduzindo o conceito de mobilidade a Apple desenvolveu basicamente duas versões do iPad, uma versão similar ao iPod Touch, com acesso a internet exclusivamente através de redes Wi-Fi(U$499 – U$699) e outra mais parecida com o iPhone 3GS com acesso a internet via Wi-Fi e torres de celular 3G.

Seja qual for a versão comprada do iPad, ele ira competir diretamente com leitores de livros como o Kindle da Amazon, netbooks e iPods como um reprodutor de vídeo, navegador web e e-mail e computadores com ferramenta de organização pessoal e criação de conteúdo.

O iPad pode ocupar 10x o volume físico de um iPod, mas é inferior a 1/3 do volume de um MacBook, e apenas 40% mais fino que o MacBook Air. A Apple conseguiu essa proeza abdicando de alguns dispositivos como Disco Rígido, Leitor de DVD e super placas de vídeo que requerem coolers. Além disso, no interior do iPad pode-se encontrar uma coleção de chips, incluindo o processador A4, ligeiramente mais poderosos que a ultima versão do iPod Touch, além de duas baterias ligadas em serie que garantem uma autonomia de 10hs.

A escolha dos componentes destaca a diferença fundamental entre a Apple e a Microsoft. Ao contrario dos Tablet PCs, rodando Windows que precisavam de adaptadores para funcionar com dispositivos de entrada, o iPad chega 100% pronto para uma nova geração de aplicativos baseados em toque e jogos que foram literalmente projetados desde o inicio para eliminar mouses, canetas e teclados utilizando-se diretamente do toque, tudo isso consumindo menos energia e espaço no armazenamento. Atualmente, com menos de um mês de lançamento, já é possível encontrar mais de 1.000 aplicativos específicos para o iPad e mais de 150.000 desenvolvidos para iPhone e iPod que podem rodar perfeitamente no iPad.

Vendo claramente um potencial maior do que o iPhone no iPad, a Apple já assumiu a difícil tarefa de criar versões de sua suíte do aplicativos de produtividade iWork Mac, incluindo processador de texto, planilha e uma ferramenta de apresentação de slides, tudo projetado para funcionar sem mouse, canetas ou teclado físico. Um outro desafio que ja esta sendo estudado pela Apple é que uma vez dependente do software iTunes para sincronizar o conteúdo, não é possível imprimir documentos sem a ajudar de um computador o que não o deixa pronto para substituir por completo ainda o desktop.

Finalizando esta primeira parte do Review sobre o iPad, deixo aqui meu respeito quanto ao paradigma quebrado após o lançamento do iPad e minha expectativa para os próximos seis meses de atualizações de software e hardware que poderão levar o iPad além de suas origens, tornando-o um rival a altura de muitos desktops e laptops.

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