ago 24

Usuário pode interagir com o livro “A menina de narizinho arrebitado” assim como na versão de “Alice no país das maravilhas” para o tablet. Durante a 21ª Bienal Internacional do Livro, evento realizado até ontem em São Paulo, a Globo Livros lançou a edição digital do primeiro capítulo do livro “A menina do narizinho arrebitado”, clássico infantil escrito por Monteiro Lobato há 90 anos atrás. A versão do livro, específica para iPad, o tablet da Apple, permite que o usuário interaja com as ilustrações das páginas do livro.

“É a primeira obra brasileira para iPad que permite a interatividade”, diz Mauro Palermo, diretor da Globo Livros. Em uma das passagens do livro, o leitor pressiona a tela do tablet sobre a imagem de um vagalume que, em lugares escuros, ilumina a área onde está o texto. Veja como o livro funciona no vídeo abaixo:


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Apesar de os recursos gráficos do livro permitirem ao usuário interagir com o livro, a Globo Livros preservou o estilo das ilustrações de acordo com o livro original. A versão lite, que inclui apenas o primeiro capítulo do livro, estará disponível de graça a partir de setembro. O usuário poderá baixá-la por meio da loja virtual de aplicativos da Apple, a App Store. A versão completa do livro chegará à App Store até o final do ano, mas ainda não tem preço definido.

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jul 28

Teóricos da conspiração, preparem seus cérebros para mais um mistério envolvendo a Apple: de ontem pra hoje, a lista de mais vendidos na iBookstore do Reino Unido sofreu uma alteração brusca, com o sumiço de vários títulos. Segundo especialistas em rankings de vendas literárias, as chances de algo assim acontecer espontaneamente são nulas. Mas primeiro dê uma olhada no “antes e depois” das cinco primeiras posições da lista:

ANTES

  1. Blonde and Wet, Carl East
  2. Big Sis, Carl East
  3. The Perfect Murder, Peter James
  4. iPad Survival Guide, Toly K
  5. Six Sexy Stories, Ginger Starr
DEPOIS

  1. The Perfect Murder, Peter James
  2. iPad Survival Guide, Toly K
  3. My S**t Life So Far, Frankie Boyle
  4. S**t My Dad Says, Justin Halpern
  5. The Third Man, Peter Mandelson

 

Blonde and WetNotou algo semelhante entre os três títulos desaparecidos? Dica: ao lado você confere a capa de um deles. Sim: pode ser que estejamos de volta ao velho debate Apple vs. Pornografia, desta vez na forma de literatura erótica — e livros “censurados” costumam despertar muito mais ira que aplicativos.

Só que tem um problema: o ocupante das duas primeiras posições na lista de ontem, Carl East, não é exatamente um gênio da literatura. Não é de estranhar que ele esteja tão bem no ranking? Aí entra o “fator vergonha”: comprar e ler livros picantes no iPad é mais fácil e menos constrangedor que no caso das versões de papel. Assim, os ingleses e seus vizinhos estariam “se liberando” e consumindo avidamente esse tipo de conteúdo.

Daí temos três possibilidades: 1. a “censura” foi disparada depois que os livros fizeram sucesso (e eles eram baratinhos, o que deve ter ajudado muito); 2. o autor burlou o sistema da iTunes Store (o que está mais complicado de fazer), ou 3. um bug fez com que as obras sumissem (bug mais pudico EVAH).

Qual destas você acha que é a hipóteses correta? Se preferir, deixe sua própria teoria nos comentários! ;-)

[via Cult of Mac]

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jul 19

Tenho uma novidade para quem utiliza o iPad para ler seus livros favoritos. Assim como aconteceu comigo, muitos devem ter encontrado certa dificuldade na busca de um bom site com livros eletrônicos para nosso gadget. Em minhas buscas eu acabei conhecendo um site dedicado a tais livros e o melhor, já adaptados para o app iBooks.

Como o próprio criador do site, Allef Schmidt, comenta: “Com o intuito de ajudar leitores de ebooks houve a criação do iosbook.wordpress.com que nada mais é que um site de downloads de ebooks sem fins lucrativos. Site criado para melhor conforto do usúarios que não conseguem achar determinado livro compatível com o novo aplicativo da apple.”

Imagem do site:

O site reune vários livros dos mais variados estilos literários. Todos tem a opção para download em cada novo post. Aliás, uma das melhores coisas do site é que além de já possuir vários livros, ele é atualizado diariamente.

Para adicionar o livro em seu iPad/iPhone, você deve entrar no site,escolher o livro e baixa-lo para seu computador. Após isso, você deverá conectar seu iPad/iPhone no iTunes, selecionar o arquivo do e-book(deve estar descompactado e em uma pasta) e jogá-lo para a pasta “Livros” ou “Books” dentro do próprio Itunes. Após ter realizado tais procedimentos é só abrir o app iBooks no seu iPad  que o livro deverá estar lá, com capa e tudo mais. 

Agora é só baixar seus livros favoritos e disponibilizar tempo para ler!

Quem não conseguir baixar ou adicionar os livros no iPad ou tiver dúvidas, por favor, poste nos comentários.

Site: http://iosbooks.wordpress.com/

Créditos do dono: Allef Schmidt

Enjoy!

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jun 18

Vejam as fotos tiradas do meu ipad tiradas ontem. Inclusive coloquei película e case mas depois tiro as fotos da parte física, um grande abraço e bom fim de semana.

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jun 09

Saiu na Veja (04/06/2010) que várias editoras brasileiras se uniram para criar um distribuidora de e-books para o varejo brasileiro.
A distribuidora fundada com o nome de DLD (Distribuidora de Livros Digitais) pretende ter mais de 1000 títulos disponíveis até o final do ano.
O texto não diz, mas já consegui a confirmação que os livros serão disponibilizados em formato compatível com iPad , Kindle e outros e-readers do mercado.
Assim a oferta de títulos em português passa a ser bem mais significativa que a atual.
Torcemos para o sucesso e, em breve poderemos ter uma grande percentagem das livrarias em formato compatível com nossos gadgets.
Veja o texto e imagem que saiu no site da Veja

(http://veja.abril.com.br/noticia/variedades/editoras-nacionais-criam-distribuidora-e-books-varejo-566678.shtml):

Editoras nacionais criam distribuidora de e-books para o varejo

Por Maria Carolina Maia
Sérgio Machado, diretor do Grupo Record, não crê que o e-book seja ameaça ao livro de papel (Foto: Divulgação)

Seguindo o modelo de uma iniciativa criada na Espanha pelos três maiores grupos editoriais do país, seis editoras brasileiras decidiram unir esforços para a venda de e-books. Está surgindo, por isso, a Distribuidora de Livros Digitais (DLD), que deve terminar o ano com até 1.000 títulos disponíveis para livrarias como Saraiva, Cultura e a virtual Gato Sabido. “O nosso foco é o varejista, que, acreditamos, é quem deve abordar o leitor, pois conhece melhor seus padrões de interesse e sabe como satisfazê-los”, diz o diretor do Grupo Record, Sérgio Machado. Ao lado da Record, entram na empreitada a Rocco, a Sextante, a Intrínseca, a Planeta e a Objetiva – as duas últimas conhecem bem a experiência espanhola, da qual fazem parte, respectivamente, sua matriz e sua sócia, a Santillana.


A expectativa dos brasileiros é de que, até o final de 2011, a DLD tenha um faturamento de cerca de 12 milhões de reais e que haja milhões de e-books em circulação pelo país – previsão que, lembra Sérgio Machado, depende do crescimento na venda de e-readers, os leitores de livros virtuais. Apesar dessa aposta na expansão do mercado digital, o executivo acredita que o livro físico não morrerá. “Eu vejo o e-book como uma coisa complementar ao print book, como o teatro e o cinema.” O futuro do livro de papel, a relação entre autor e editor no mercado digital e a pirataria virtual estão entre os temas da entrevista de Sérgio Machado a VEJA.com.
Como surgiu a ideia de criar a DLD?
O modelo foi a distribuidora espanhola Libranda, que inclui a Planeta, a Santillana (sócia da Objetiva no Brasil) e a Random House Mondadori. Esses, que são os três maiores grupos editoriais da Espanha – representam cerca de 80% do mercado do país – resolveram se unir para explorar o mercado digital. A gente decidiu adotar a mesma fórmula porque a experiência europeia parece mais adequada ao caso brasileiro do que a americana. Nos Estados Unidos, a Amazon tentou controlar tudo, impondo preços e formatos – um e-book vendido pelo site, por exemplo, serviria para o Kindle, e-reader lançado pela própria Amazon, mas não para o iPad, da Apple. As livrarias, sobretudo as nacionais, estavam muito preocupadas com a ameaça da Amazon. Uma das nossas prioridades é evitar que haja canibalização a nível de preço no Brasil, por meio de concorrência desleal. Queremos, isso sim, que haja uma economia de negócio.
Com que títulos a Record vai estrear na DLD?
De início, cada editora-sócia da DLD está colocando dez livros na plataforma. A nossa ideia é termos de 500 a 1.000 livros até o final do ano. A Record começa com títulos nacionais: Perdas e Ganhos, da Lya Luft, A Casa das Sete Mulheres, da Letícia Wierzchowski, São Bernardo, do Graciliano Ramos, Limite sem Trauma, da Tania Zagury, Meu Nome Não É Johnny, do jornalista Guilherme Fiúza, e algum do (Carlos) Drummond (de Andrade). Uma variedade de gostos e autores.
Que cuidados a DLD vai tomar contra a pirataria?
Todo o conteúdo da distribuidora terá proteção contra a pirataria, por meio do DRM (Digital Right Manager), um software que permite ao consumidor fazer um número determinado de cópias de um livro, cinco ou seis.
Como os autores encaram a possibilidade de ter suas obras digitalizadas?
Estamos renegociando com os autores que já estavam no catálogo da Record. Há todo tipo de reação possível. Alguns acham ótimo o livro digital, outros preferem esperar, outros não querem fazer. Alguns proprietários dos direitos dos livros podem no início não querer fazer adendos aos contratos, permitindo a conversão do livro de papel em livro digital. Mas isso é uma questão de quando, não de se. Isso vai acontecer. Os contratos dos novos livros já incluem a questão do livro digital.
Financeiramente, não é mais interessante para o autor?
No caso do e-book, o escritor recebe uma porcentagem maior sobre a venda – no caso do livro físico, o percentual gira em torno de 10% do preço de capa. Mas, como o livro é mais barato que o de papel, acaba dando no mesmo.
Se o e-book veio para ficar, ele é uma ameaça ao livro de papel?
Eu vejo o e-book como uma coisa complementar ao print book. Não vai substituí-lo. Nós vamos continuar precisando do livro físico na vitrine das lojas, para fazer pilha, para atrair o consumidor. Por isso, inclusive, não deixaremos de ter custos de gráfica e de logística de distribuição.
Mas, se parte da tiragem será digital, o volume de livros físicos vai diminuir, e o preço, aumentar. Isso não pode tornar o livro um luxo para colecionadores, como é hoje o disco de vinil?
O livro em papel deve ter tiragem menor e se tornar mais caro, é fato. Mas não sei se vai chegar a ser como o vinil. Eu, pessoalmente, acho que no caso do livro não vamos ver o mesmo fenômeno que se passou com a música. A analogia que me ocorre mais parecida é de teatro com cinema. Uma coisa não substitui a outra. São formas diferentes, e complementares, de expressão artística.

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mai 20

Lembra-se dos países que receberão a iBookstore a partir de 28 de maio? Pois bem, alguns deles já estão com acesso à loja de livros da Apple liberado através do iPad, conforme mostram alguns relatos vindos da Itália e da Alemanha.

A chegada da iBookstore a novos mercados coincidirá com o lançamento internacional do iPad em praticamente todos eles, mas os serviços especiais da Apple para o dispositivo deverão entrar em operação para todos eles até o final da semana — aliás, a App Store para a tablet já pode ser acessada ao redor do mundo. No momento, Alemanha, Austrália, Canadá, Estados Unidos, Itália, Japão, Espanha e Reino Unido formam o primeiro grupo de países que contarão com a loja de ebooks da Maçã até o fim do mês.

Contudo, fora dos Estados Unidos, o catálogo das lojas não deverá conter a mesma quantidade de títulos no início. Até agora, o conteúdo de algumas delas limita-se aos ebooks gratuitos do Projeto Gutenberg, mas isso deverá mudar com o tempo.

Via MacMagazine [via MacStories]

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abr 13

Ao chacoalhar o aparelho, personagem cresce e objetos caempor Redação Galileu, o livro Alice no País das Maravilhas para o iPad mostra quais poderão ser as novas formas de leitura no tablet. Na versão para o aparelho, a história de Lewis Carroll ganhou interatividade. Conforme o iPad é sacudido e balançado, elementos interativos pulam, mexem a cabeça, caem ou até crescem. O aplicativo já é visto como uma prévia dos recursos que as novas publicações poderão explorar na plataforma. O e-book foi lançado ao preço de US$ 9 na iTunes Store. Para comprá-lo, clique aqui. Existe também uma versão de graça, limitada, para ser baixada neste link. Veja no vídeo abaixo uma prévia do que é possível fazer com o e-book:


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mar 24

Um dos vídeos mais incríveis até o momento. É muito bom e mostra o que a versão sem nenhum software adicional pode fazer em 15 minutos de sonhos… listei as coisas que detectei no vídeo, confira:

-Calendário, Livros, Fotos e Vídeos
-Envio por email
-Aplicações screens e widescreens
-Redimencionamento, aberturas e animações
-Google Maps e fotos trabalhando juntos
-Filtros de acordo com os temas das fotos
-Loja de livros
-Escolha do tamanho e face da fonte no momento da leitura
-Transição das páginas em screen e widescreen
-Localizador de páginas
-Apresentações estilo PowerPoint com interação
-Laserpoint nas apresentações… confira pois é muito interessante
-Transições de slides nas apresentações
-Acreditem se quiser, tem um PowerPoint Nativo
-Criador de revistas muito interessante (vejam a parte da girafa)
-Nos vídeos, exibição de capítulos
-Visão lateral como se fosse matriz ativa funciona perfeitamente
- Não tem som stereo como pude ouvir são Falantes Simples.
-Extremamente rápido quando um leigo começa a mexer e filmar a partir dos 11 min
-iPod cheio de novidades com menu ao lado esquerdo
-Interação total com Mapas
-Tetris foi demonstrado como jogo
-Vale a pena assistir.


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A galera que curtiu o vídeo comente e passe o link do blog pros seus amigos conhecerem um pouco mais sobre a ferramenta mais revolucionária de todos os tempos
Bruno Rizzo

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mar 19

A Livraria Cultura anunciou nesta sexta-feira (19) que irá vender livros digitais até o fim de março. Os e-books terão formato ePub, compatível com iPad, iPhone e iPod, Sony Reader e Nook.

A livraria disponibilizou cerca de 150 mil títulos de editoras brasileiras e norte-americanas. Entre as editoras estão Cia. Das Letras, Saint Paul, Sahar, Penguim e Harper Collins. Todos os e-books são protegidos por DRM, uma tecnologia que inibe cópias das obras.

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fev 02

Tudo bem que para nós brasileiros isso não importa muito, uma vez que não temos muitos livros em português, mas como tem muita gente que gosta de ler em inglês pode ser que a notíca seja interessante… Editoras pressionam Amazon a aumentar preços de livros online

O lançamento do iPad, na semana passada, já afetou o mercado de livros para aparelhos de leitura (e-books) como o Kindle, da Amazon. Editoras, usando a força da entrada da Apple na disputa, decidiram pressionar as empresas até agora controladoras do mercado a não imporem mais seus preços.

Durante o Natal, a Amazon havia reduzido o preço dos livros de algumas editoras vendidos para o Kindle para apenas US$ 9,99. A diminuição se baseou no corte do porcentual direcionado às editoras na venda dos livros. Como a concorrência da Amazon era restrita apenas a Barnes&Noble e outras companhias sem a mesma força, ficava fácil para a fabricante do Kindle controlar o mercado e determinar os valores.

Agora, com a Apple, as editoras buscam renegociar o acordo. Em alguns casos, retiram livros do catálogo da Amazon por não concordarem com os preços praticados, considerados abaixo de mercado. Em um embate no fim de semana, a editora Macmillan, uma das maiores dos EUA, conseguiu impor os seus termos na negociação com a Amazon. A partir de agora, a empresa fabricante do Kindle elevará os preços dos livros para valores entre US$ 12,99 e US$ 14,99, aumentando a margem para a editora.

Em comunicado oficial, a Amazon afirmou não concordar com os termos. “Mas tivemos que capitular porque a Macmillan possui o monopólio de seus títulos e nós queremos oferecê-los a nossos clientes, ainda que esses preços sejam desnecessariamente altos para e-books”, afirmou. Outras cinco editoras tendem a seguir o mesmo caminho, colocando em cheque a política da Amazon de vender livros a preços bem menores do que os valores das edições impressas para dominar o mercado.

As principais editoras chegaram a um acordo de preços com a Apple antes do lançamento do iPad para vender seus livros na iBookstore. Agora, pretendem utilizar termos similares com a Amazon e a Barnes&Noble, fabricante do Nook. No modelo de vendas introduzido pela Apple, que agradou às editoras, elas receberão 70% do total da venda de cada livro. Esse porcentual pode ser ainda mais elevado para a Amazon e a Barnes&Noble, segundo analistas.

Atualmente, a Amazon domina cerca de 60% do mercado dos e-books, com a Barnes&Noble e outras livrarias menores dividindo o restante. A expectativa é que a Apple altere a disputa. Porém há céticos. Primeiro, a tela do iPad emite luz como um computador comum, o que cansa a vista, prejudicando a leitura. Já no Kindle e no Nook as telas imitam a página de um livro e dá para ler com mais facilidade ao ar livre. Mas no caso de revistas e jornais, o iPad leva vantagem por possuir aplicativos e ter uma plataforma para a publicação de anúncios.

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