Quem tem um AppleTV de segunda ou terceira geração, sabe que ele é um ótimo Media Center, mas mesmo assim, deixa a desejar pelos poucos recursos que disponibiliza. Os usuários de Jailbreak no aparelho têm menos problemas, pois o desbloqueio libera funções até então, não permitidas pela Apple
Há algumas semanas, resolvi adquirir um novo Media Center e comecei a pesquisar as opções. Selecionei dois e escolhi o Boxee Box da D-Link. Depois de ler inúmeros reviews, assistir a vídeos demonstrativos e procurar pelo melhor preço, optei em comprá-lo na Loja 0101 Multimidia de SP.
Comprei pela Internet, pois sou do Rio Grande do Sul e o produto veio pelo correio dentro do prazo estipulado (7 dias úteis) e muito bem embalado. Além disso, o preço promocional foi muito atrativo, R$ 399,00 (mesmo preço do AppleTV no Brasil) + frete. O valor normal do produto varia de R$ 500,00 a R$ 800,00,00, dependendo da loja.
Como primeira parte do review, farei uma descrição de minhas primeiras impressões e a medida que eu for conhecendo o aparelho, vou postando mais informações. Ao abrir a caixa, que por sinal é muito bem feita e bem maior que o aparelho, temos um produto com um design totalmente diferente do convencional. Ele é um cubo com um corte reto na base que dá a impressão que o produto está enterrado na mesa. Apesar de compacto, é bem maior que um AppleTV.
A base do aparelho tem uma cor um verde limão muito bonita e é emborrachada, garantindo que ele não deslize na mesa. O material é de um plástico rígido que dá a impressão de ser frágil e arranhar fácil. Diferente do AppleTV, o Boxee possui mais conexões na parte traseira e assim, permite mais acesso a conteúdo externo. Além da entrada de força (o produto é bivolt), ele possui uma porta HDMI para conectar na TV, uma porta óptica para ligar no Home Theater, duas portas USB que possibilitam ligar um HD externo ou pen-drive, uma entrada RJ-45 para Internet por cabo e uma entrada RCA. Na lateral, existe ainda uma entrada de cartão SD. A conexão de internet pode ser feita também via wi-fi.
Para ter acesso ao conteúdo do aparelho, o Boxee Box conta com um controle semelhante ao do AppleTV na parte frontal, mas com um ótimo diferencial: ele tem um teclado na parte traseira que permite digitar qualquer coisa no gadget, facilitando as buscas e o acesso a sites. Ah sim, o Boxee conta com um browser para navegação, mas isso vou falar em outro review.
Por fim, além do aparelho e do controle, dentro da caixa temos o manual (em vários idiomas), certificado de garantia, cabo de força e cabo HDMI. Tudo muito bem acondicionado, estilo Apple mesmo. Nesse quesito, a D-Link caprichou.
Sobre o funcionamento do Boxee, farei um outro post sobre isso, mas posso adiantar que apesar dos recursos a mais, a interface não é tão intuitiva como do AppleTV. Demorei alguns bons minutos até descobrir como acessar meu computador através da rede e fazer com que a caixinha preta reconhecesse meu Macbook. O gadget conta com um processador Intel Atom de 1.2GHz, 1GB de RAM e 1GB de espaço interno e roda uma vesão modificada do Linux, que você nem reconhece, já ele é preparado para a interface do aparelho assim que inicia.
O Wi-fi é muito fácil de configurar e o teclado ajuda e ao mesmo tempo, atrapalha para digitar a senha. Foi necessário algumas tentativas até descobrir que para digitar os números, é necessário segurar a tecla Alt e mantê-la pressionada. Isso sem falar que o teclado é um pouco duro e dificulta a digitação, mas nada com que você não se acostume. Depois de configurado, o produto não reconhecia de jeito nenhum a minha rede e isso me deixou irritado. Fui nos ajustes e vi que existia uma atualização disponível. Depois de baixá-la, a coisa ficou um pouco mais fácil, mas não menos chata.
Descobri via aplicativo para iPad, que para ele reconhecer a rede, era preciso baixar o Boxee Box Manager para computador e depois configurá-lo para ele entender a rede e disponibilizar as pastas. Feito isso, tive acesso a todo o conteúdo de mídia do meu Macbook, Macbook Air e iMac e a coisa começou a ficar mais redonda. Consegui ainda ter acesso a todo o conteúdo do meu HD externo de 3 Tera pela porta USB, além de cartões de memória e até foi possível ligar nele um hub USB para acessar vários acessórios ao mesmo tempo, aumentando o número de portas da parte traseira. A qualidade dos vídeos é ótima, já que o produto roda conteúdo em full HD 1080p.
Para completar, o Boxee Box fuciona perfeitamente com o recurso AirPlay dos iDevices e dessa forma, você pode visualizar fotos, videos, filmes e até ouvir música diretamente na sua TV. O aparelho ainda conta com tecnologia DLNA e isso faz com que outros gadgets tenham acesso ao Boxee para reproduzir conteúdo. Testei o recurso em um Galaxy S da Samsung e funcionou sem nenhum problema.
Nas próximas semanas, farei outros reviews mostrando ainda mais sobre o Boxee Box, o Media Center que é mais uma alternativa ao AppleTV. Fique ligado!
Fast Tube by Casper
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Há anos atrás (diga-se de passagem uns 15), os computadores ainda eram coisas meio míticas, reservados a pessoas com interesse incomum e dinheiro no bolso. Não faziam nem metade das coisas que fazem hoje: Na época, eram utilizados para digitar textos (o que fez os escritórios abandonarem as maquinas de escrever, e poupar litros de “branquinho” que seriam aplicados cuidadosamente sobre os futuros erros de digitação), organizar agendas, utilizar versões mais antigas do Paint (que não tinham esse nome, mas incrivelmente possuiam as mesmas funções), entre outros. Enfim, os arquivos salvos neles não eram muito importantes, e normalmente sempre se tinha a mesma coisa no papel, as pessoas não confiavam, ou não sabiam como confiar naquele eletrônico que chegava ao mercado. Mas como o tempo foi passando, o Computer foi ficando mais Personal e passou a tomar cada vez mais espaço, e a se integrar com mais e mais gadgets de nossa vida, a câmera passou a ser digital, passamos a utilizar ferramentas de mensagens instantaneas (IM) e a programar softwares cada vez mais elaborados, aos poucos, projetos que antes ocupavam dezenas de papeis quadriculados azuis foram param na tela do computador, passamos a modelar em 3D, editar filmes, enfim, um mundo de possibilidades foi se abrindo.





























Outro detalhe deste app é que nele se pode criar “folder”, uma pasta (mas sem a aparência de “pasta”) para inserir nele













